Livros e resistência ao autoritarismo e revolução estarão para sempre ligados. É a partir da página em branco que escritores e poetas fazem das palavras as armas de paz.
Assim o afirma Sophia de Mello Breyner Andresen no fim doa poema A forma justa
(...)
Sei que seria possível construir a forma justa
De uma cidade humana que fosse
Fiel à perfeição do universo.
Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco
E este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo.
Foi assim que o entendeu a coordenadora da Oficina de Teatro, Rita Pinheiro, que em articulação com Português e História, dinamizou o dia do livro e a comemoração dos 49 anos do 25 de abril.
Vários alunos apresentaram as sua opiniões sobre alguma obras de Álvaro Magalhães e incentivaram a sua leitura. Mas o ponto alto foi a opinião de " um soldado de abril, sobre O rapaz da bicicleta azul, deste autor que nos transportou para este tempo tão importante da sociedade portuguesa.
Por sua vez o grupo da Oficina de teatro coreografou e apresentou uma dança com a leveza e coordenação de passos e palavras dos poema realizados a partir de O Brincador.
Não poderíamos terminar sem cantar a canção da revolução "Grândola, vila morena", de José Afonso, hoje infelizmente conectada com ideologias políticas, mas qua na verdade significa, para qualquer português, libertação e justiça desejáveis.
A propósito! A biblioteca ficou linda, cm as decorações e mensagens.




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