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23 setembro 2026

Boas-vindas

 No início deste ano letivo partimos com alegria, guiados pelos sonhos, com fé e esperança que as pequenas conquistas do dia a dia nos ajudem a alcançar o objetivo final.

Tal como Sebastião da Gama nos transmite no seu poema, nós somos o que sonhamos e a forma como lutamos!

Bom ano letivo!

Partimos. Vamos. Somos.

         O sonho

Pelo sonho é que vamos, 
comovidos e mudos.

Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.

Basta a fé que temos
basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria, 
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.

Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos





C

01 julho 2022

Visita dos alunos do 4.ºano à escola sede

 Todos os anos os alunos do 4.º ano da agrupamento visitaram a escola sede que, para maioria ,será a sua escola do próximo ano letivo. 


Passaram por vários espaços da escola e, é claro, visitaram a biblioteca escolar.  Ficaram surpreendidos por " ser grande" ,"ter muitos livros", "ter muitos computadores" - disseram.

Ainda tiveram oportunidade de ouvir uma história " Sábios como camelos" de José Eduardo Agualusa, não sem antes terem feito um pouco de "ginástica" com pequenos sacos de areia para "dar a ideia de deserto" que Carlos Pinhão descreve em " Certo dia no deserto".




Esperamos ter deixado mais uma sementinha da leitura!

20 setembro 2021

Estamos de volta!

 Desejamos a todos um bom ano letivo.

Podes aparecer na biblioteca ou contatar-nos através da Classroom ou do email biblioteca@aecostamatos.pt.



As mãos

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.

Com mãos tudo se faz e se desfaz.

Com mãos se faz o poema - e são de terra.

Com mãos se faz a guerra - e são a paz.


Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.

Não são de pedras estas casas, mas

de mãos. E estão no fruto e na palavra

as mãos que são o canto e são as armas.


E cravam-se no tempo como farpas

as mãos que vês nas coisas transformadas.

Folhas que vão no vento: verdes harpas.


De mãos é cada flor, cada cidade.

Ninguém pode vencer estas espadas:

nas tuas mãos começa a liberdade.


                                         Manuel Alegre