Calouste Gulbenkian
(1869-1955)
Calouste Sarkis Gulbenkian foi um homem de negócios, colecionador de arte e filantropo, com uma fortíssima ligação ao nosso país.
Esta grande figura da cultura mundial, nasceu numa família de abastados comerciantes arménios de Istambul (Turquia).
O seu pai, tal como os antepassados importava petróleo da Rússia e, por esse motivo, o filho estudou em França e no Reino Unido, onde obteve o diploma de engenharia do petróleo, para poder dar continuidade ao negócio familiar. Mas desde muito cedo Calouste se interessou pela cultura e pelas artes. Aos 22 anos escreveu um livro sobre as suas impressões de viagem aos campos petrolíferos e colaborou com várias publicações francesas, o que lhe deu grande reputação como especialista em petróleo.
O grande sucesso nos negócios permitiu a este grande empresário ir acumulando obras de arte, que era a sua paixão.
Por altura da Segunda Guerra Mundial decidiu procurar abrigo em Portugal, para onde se mudou, juntamente com a mulher, a secretária e um genro. Viveu no Hotel Aviz, em Lisboa, durante 13 anos, até à sua morte, que aconteceu em 1955.
Calouste Gulbenkian gostou muito do nosso país por ser calmo, e ter uma localização estratégica muito boa para os seus negócios. E de tal modo assim foi, que deixou em testamento a vontade de aqui nascer, e ter a sua sede, uma Fundação com o seu nome, para que a sua importante e variada coleção de arte pudesse ser partilhada com a Humanidade.
Em 1969 abria portas a Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que tem sido uma grande impulsionadora da cultura e da arte em Portugal e tem feito imenso pela leitura e pelas bibliotecas do nosso país.
Numa época em que a maior parte da população portuguesa era analfabeta, em que o interior não tinha acesso à cultura e em que a distância entre as várias localidades era quase intransponível, o papel da “Bibliotecas Itinerantes” da Gulbenkian foi crucial. Que o digam alguns dos nossos escritores e homens da cultura em Portugal, como António Mota, por exemplo:
“Os primeiros livros que li fui buscá-los à carrinha da Biblioteca Itinerante da Gulbenkian, que passava todos os meses ao cimo de Vilarelho, perto da residência paroquial."
(https://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/amota.html)
Além disso, esta instituição tem atribuído importantes prémios literários na área da literatura infanto-juvenil: o famoso Grande Prémio de Literatura Infantil Calouste Gulbenkian e, mais recentemente, o Prémio Branquinho da Fonseca, que pretende incentivar o aparecimento de jovens escritores.
O seu pai, tal como os antepassados importava petróleo da Rússia e, por esse motivo, o filho estudou em França e no Reino Unido, onde obteve o diploma de engenharia do petróleo, para poder dar continuidade ao negócio familiar. Mas desde muito cedo Calouste se interessou pela cultura e pelas artes. Aos 22 anos escreveu um livro sobre as suas impressões de viagem aos campos petrolíferos e colaborou com várias publicações francesas, o que lhe deu grande reputação como especialista em petróleo.
O grande sucesso nos negócios permitiu a este grande empresário ir acumulando obras de arte, que era a sua paixão.
Por altura da Segunda Guerra Mundial decidiu procurar abrigo em Portugal, para onde se mudou, juntamente com a mulher, a secretária e um genro. Viveu no Hotel Aviz, em Lisboa, durante 13 anos, até à sua morte, que aconteceu em 1955.
Calouste Gulbenkian gostou muito do nosso país por ser calmo, e ter uma localização estratégica muito boa para os seus negócios. E de tal modo assim foi, que deixou em testamento a vontade de aqui nascer, e ter a sua sede, uma Fundação com o seu nome, para que a sua importante e variada coleção de arte pudesse ser partilhada com a Humanidade.
Em 1969 abria portas a Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que tem sido uma grande impulsionadora da cultura e da arte em Portugal e tem feito imenso pela leitura e pelas bibliotecas do nosso país.
Numa época em que a maior parte da população portuguesa era analfabeta, em que o interior não tinha acesso à cultura e em que a distância entre as várias localidades era quase intransponível, o papel da “Bibliotecas Itinerantes” da Gulbenkian foi crucial. Que o digam alguns dos nossos escritores e homens da cultura em Portugal, como António Mota, por exemplo:
“Os primeiros livros que li fui buscá-los à carrinha da Biblioteca Itinerante da Gulbenkian, que passava todos os meses ao cimo de Vilarelho, perto da residência paroquial."
(https://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/amota.html)
Além disso, esta instituição tem atribuído importantes prémios literários na área da literatura infanto-juvenil: o famoso Grande Prémio de Literatura Infantil Calouste Gulbenkian e, mais recentemente, o Prémio Branquinho da Fonseca, que pretende incentivar o aparecimento de jovens escritores.

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