01 março 2017

Encontro intergeracional

Mais uma vez, os alunos do 3ºC da Escola Básica das Devesas conviveram com os utentes do Lar Almeida Costa. 
No dia 19, à tarde, os alunos foram ao lar e apresentaram uma dramatização de “O sapo apaixonado”, atividade alusiva ao mês dos afetos.





 E afeto foi o que se gerou com a partilha, os gestos e os sorrisos de mais novos e mais velhos. 





Depois disso, os alunos foram convidados jogar os jogos de antigamente: ao pião, com a bola de trapos, com as pedrinhas, com a bicicleta de pau. 



No fim, é claro, a troca de prendas e o lanche partilhado!

Ou isto ou aquilo - um olhar


Os alunos da Escola Básica das Devesas já ilustraram alguns dos poemas de Cecília Meireles e com eles fizemos um livrinho digital






https://pt.calameo.com/read/000343764e3313c08c2ae

24 fevereiro 2017

Carnaval

Para a pausa de Carnaval, aqui fica a bela história de Arlequim. Que nas nossas brincadeiras, saibamos olhar para quem está ao nosso lado com os olhos despidos de preconceitos e repletos de atenção e amizade.



Conta a lenda… que vivia em Veneza, no seu lindo e imponente palácio, uma Condessa muito rica que todos os anos, no Carnaval, organizava um grande baile de máscaras e para o qual convidava todos os rapazes e raparigas da cidade.
A Condessa só fazia uma exigência aos convidados: tinham que  ir mascarados.
E, durante a festa, era sempre premiado o convidado que melhor se apresentasse.
Então, em todas as casas de Veneza, as mães esforçavam-se por fazer os mais belos fatos de carnaval. Só Arlequim não iria ao baile, porquanto sua mãe era muito pobre e não podia fazer-lhe nenhum traje.
Os amigos, vendo o Arlequim tão triste, resolveram dar-lhe os bocados dos tecidos que sobraram da confecção dos seus trajes.
E, com tais bocados de tecido, a mãe de Arlequim conseguiu fazer uma linda fantasia, cortando-os em losangos iguais e combinando habilidosamente as diferentes cores.
Assim, o pequeno Arlequim pôde entrar no Palácio da Condessa.
E mais conta a lenda que foi precisamente o Arlequim quem,
nesse ano, ganhou o prémio por se ter apresentado com o fato mais vistoso e original.
E quando a Condessa lhe perguntou como é que ele, tão pobre, tinha arranjado tão lindo traje, ele não hesitou em responder:
- O meu fato foi feito com a bondade dos meus Amigos e o coração de minha Mãe.



Fernando Cardoso, in Novas Flores para Crianças, Porto Editora, 1991

16 fevereiro 2017

Semana dos afetos

O mês de fevereiro é o mês dos afetos e a biblioteca não podia deixar de abordar este tema, com o destaque de livros, leituras de poemas e textos e passagem de filme.




No dia 14, dia de S. Valentim, estendeu poemas num varal e ofereceu-os aos alunos.





 Para além disso, chamou a atenção para o problema da violência nas relações, pedindo aos alunos que identificassem ações e sentimentos positivos nas relações amorosas, em contraste com atitudes de abuso e violência no namoro.




Na escola das Devesas, o dia foi assinalado com a representação de O sapo apaixonado por um grupo do pré-escolar, no âmbito do projeto Todos juntos podemos ler.





















Com direito a repetição, na escola sede, para uma turma do 6ºano.







À hora do almoço, os alunos da escola das Devesas ainda puderam ver o filme A dama e o vagabundo na biblioteca escolar.  Que bem que se esteve neste dia frio de inverno!





07 fevereiro 2017

Dia da internet mais segura

 Durante todo o mês de fevereiro a Biblioteca Escolar levará a cabo várias ações de sensibilização para o uso seguro da internet, alertas para os  problemas associados à redes sociais e das novas tecnologias.

A primeira foi a distribuição de uma "chave" com uma mensagem importante.


Fornecer as palavras-passe é dar a possibilidade a estranhos de invadirem a tua privacidade.

Protege-te e protege os teus! 






Eu li e...gostei!



Apesar de ter sido publicado há 36 anos (1980) a obra de Alice Vieira,  Rosa, minha irmã Rosa, continua muito atual. 
Assim se comprova com as opiniões de alguns alunos do 6ºD.

O livro “ Rosa, minha irmã Rosa” é um livro muito interessante, fácil e rápido de ler, e ensina-nos a darmos mais valor às coisas, pois nós só damos valor às coisas quando deixamos de as ter, como no livro. A Mariana ao princípio não gostava muito de Rosa, pois passou a ter menos afeto da família e menos atenção dos pais, e também se apercebeu de que iria ter de partilhar o quarto e os brinquedos com a sua irmã.
Numa noite de trovoada, Mariana acorda “chateada” com o choro e a tosse da irmã, mas nunca pensou que fosse dar origem a uma grave pneumonia e que a sua irmã ia ter que ficar internada no hospital durante alguns dias
Quando Rosa chegou a casa, a Mariana prometeu que ia passar a gostar mais dela e arrepende-se de tudo o que lhe chamou.
Sofia Graça, 6ºD

Na minha opinião, o livro "Rosa, minha irmã Rosa" é divertido e contém várias aventuras, travessuras e momentos de diversão. É uma obra com uma linguagem acessível e muito bem escrita.
 Fala sobre uma menina, de seu nome Mariana, que era muito divertida. Quando recebeu a notícia de que ia ter uma irmã, sentiu que a irmã ia ser uma "intrusa". Mas Mariana vai começar a gostar mais da irmã, quando Rosa de repente adoece e Mariana fica chocada com a notícia; Rosa fica doente com uma pneumonia e, quando volta para casa, Mariana sente-se alegre e entende que Rosa é da família.
 Gostei muito deste livro!

Diogo Campos, 6ºD

Eu acho que a obra está bem estruturada, com vocabulário acessível e interessante, e fala de um "problema" que algumas pessoas têm: a aceitação de uma nova irmã (ou irmão) bebé. Na maioria dos casos acontece como na história. Os pais dão mais atenção ao bebé e os outros filhos sentem-se "de parte", tal como na história. Mas no fim começam a habituar-se à nova pessoa e a preocupar-se com ela, normalmente depois de um problema grave. Eu acho que a obra é interessante por causa disto, porque fala de um problema real. 
Francisca Freitas, 6ºD





Uma leitura a fazer. Procura o livro na Biblioteca.



Poema

A Carolina Anselmo sentiu o apelo que muitos de nós sentimos nestes primeiros meses do ano: pensar nos 365 dias que temos pela frente.




 E fê-lo muto bem...PARABÉNS!